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Como o Meta Typing Club funciona na escola, da turma ao relatório

Meta Typing Club10 min read
Como o Meta Typing Club funciona na escola, da turma ao relatório

Um programa de digitação funciona na escola em quatro etapas: a escola abre a conta e adiciona os professores, cada professor cria suas turmas, os alunos entram por cadastro, arquivo CSV ou código de convite, e as tarefas com prazo geram um relatório por turma. Com poucos computadores, o plano precisa caber em rodízio.

Em resumo: Na pesquisa TIC Educação 2024, 55% das escolas não tinham computador de mesa para os alunos, então o piloto começa por uma turma com máquinas garantidas. As contas dos alunos são criadas sem e-mail e sem data de nascimento, o professor envia tarefas com prazo opcional e a escola baixa relatórios por turma. Não há integração com sistemas de matrícula: a importação é feita por arquivo CSV; se os nomes das colunas forem diferentes, o próprio importador pede para você indicar qual coluna é qual.

Com quantos computadores a escola realmente conta?

Antes de falar de software, conte as máquinas. Na pesquisa TIC Educação 2024 do Cetic.br, 62% das escolas brasileiras tinham computador disponível para atividades dos alunos, mas o número cai para 51% nas redes municipais e para 33% na zona rural.

A tabela de alunos por computador de mesa da mesma pesquisa é ainda mais concreta: 55% das escolas não tinham nenhum computador de mesa para os alunos, e só 3% tinham até 5 alunos por máquina. Com esses números, quem planeja digitação na escola parte do rodízio, não de um computador por aluno.

A conta do rodízio é simples. Se a sua escola tem 10 computadores e uma turma de 30 alunos, três grupos de 10, em blocos de 15 minutos, ocupam 45 minutos, perto de uma aula inteira. Com duas sessões dessas por semana, o piloto ocupa duas aulas de laboratório por semana, e cada aluno pratica 30 minutos.

A agenda do laboratório decide o tamanho do piloto antes de qualquer contrato.

Quem cria as contas e como os alunos entram na turma?

No Meta Typing Club, as contas dos alunos são criadas por um adulto: a escola, o professor ou um responsável. Quem cria informa nome, sobrenome e idioma de prática; o site gera o nome de usuário e a senha. Não há campo de e-mail e não pedimos data de nascimento.

QuemO que faz
Direção ou coordenaçãoAbre a conta da escola, adiciona os professores e os alunos, um a um ou por arquivo CSV, e acessa a aba Relatórios.
ProfessorCria as turmas, envia tarefas com prazo de entrega opcional e acompanha cada aluno no painel do professor.
AlunoPratica as lições e entra na turma pelo código de convite.
ResponsávelPode criar a conta do filho e ver a velocidade e a precisão médias no painel do responsável.

O código de convite tem uma regra que a coordenação precisa conhecer. Numa turma da escola, ele só funciona para alunos que já foram adicionados à escola, então o cadastro vem primeiro. Numa turma pessoal do professor, o pedido de entrada vai para a aprovação dele. Cada licença corresponde a um aluno ativo; professores, coordenação e direção não ocupam licença.

Não há integração com sistemas de matrícula nem com o diário eletrônico da rede: nada de Google Classroom, Clever ou ClassLink. O caminho é um arquivo CSV: a importação reconhece sozinha cabeçalhos de coluna em inglês, como firstName, lastName e className. Se os nomes das colunas forem diferentes, como na exportação da secretaria, o próprio importador pede para você indicar qual coluna é qual; só o nome é obrigatório, e as colunas sem associação são ignoradas. Colunas de série e de código de matrícula são aceitas, mas não ficam gravadas: a escola guarda a turma.

Cadastro primeiro, código de convite depois: essa ordem evita a fila de alunos esperando na porta do laboratório.

Que relatório a escola recebe?

O professor envia uma tarefa (uma lição ou um conjunto de lições), com prazo de entrega opcional, e vê o resultado de cada aluno. Cada aluno tem um resultado por lição na tarefa; se ele repetir a lição, o resultado só é substituído quando a precisão melhora. As famílias não recebem aviso quando uma tarefa é criada (o responsável recebe só um resumo mensal de progresso por e-mail), então combine esse recado pelo canal que a escola já usa.

Na aba Relatórios, a equipe da escola vê, por turma, os alunos ativos, a velocidade média, a precisão média, as lições concluídas e a conclusão das tarefas, e pode baixar os números em CSV, em qualquer plano escolar, uma escola por vez. Os relatórios são só para a equipe; não há ranking visível para os alunos. Ao fim de cada lição, a tela de conclusão mostra ao aluno três números:

  • PPM: palavras por minuto, a velocidade.
  • Precisão: compara o texto final com o modelo, então erros corrigidos contam como certos.
  • Precisão real: conta cada tecla pressionada, até os erros corrigidos.

O relatório da escola traz só a precisão; a precisão real aparece na tela de conclusão, então peça que cada aluno a anote. Na nossa leitura, a diferença entre as duas precisões é o indicador mais útil para a coordenação. Uma turma com precisão alta e precisão real baixa acerta no fim porque apaga muito, não porque os dedos já sabem o caminho. Como não há teste de nivelamento, a linha de base é a velocidade e a precisão da primeira lição. Certificados estão em breve, em todos os planos.

Como o teclado ABNT2 aparece na tela?

O curso de português tem 533 lições e segue o teclado ABNT2, o padrão brasileiro. O teclado na tela acompanha o aparelho: no Windows, mostra o ABNT2; no Mac e no iPad com teclado físico, mostra o layout brasileiro ABNT2 da Apple. No Windows, quando a lição pede uma letra acentuada, o teclado na tela destaca primeiro a tecla de acento e depois a letra.

Se o computador estiver configurado em outro layout, o site pode exibir o aviso “Teclado errado detectado” com o atalho para trocar: Win + Espaço no Windows, Control + Espaço no Mac. Para a equipe de TI, a tarefa é deixar todas as máquinas do laboratório no layout Português (Brasil ABNT2) antes do primeiro bloco. Celulares não são recomendados para as lições, e tablets precisam de teclado físico.

Como montar o piloto sem travar a secretaria da escola?

Nossa posição: comece por uma turma com computadores garantidos, não pela escola inteira. Um piloto pequeno mostra em um bimestre se o rodízio funciona, quanto tempo o professor gasta e o que os números da precisão real dizem.

Mas e a falta de integração? Sem conexão com o sistema de matrícula, cadastrar e manter atualizados centenas de alunos vira trabalho para a secretaria, e esse argumento pesa de verdade quando o assunto é a rede inteira: alguém precisa ser dono da exportação do CSV a cada semestre. Para uma turma piloto, porém, o trabalho é um arquivo. Decida o dono desse processo antes de ampliar, não depois.

  1. A equipe de TI confirma o layout ABNT2 em todas as máquinas do laboratório.
  2. A coordenação abre a conta da escola e adiciona o professor da turma piloto.
  3. A secretaria importa os alunos por arquivo CSV, indicando na tela de importação qual coluna é qual se os nomes forem diferentes, ou o professor os cadastra um a um.
  4. O professor cria a turma, envia a primeira tarefa com prazo e registra a linha de base.
  5. No fim do bimestre, a coordenação baixa o relatório em CSV e decide se amplia, ajusta ou encerra.

Quanto ao custo, o plano School Free é gratuito com limites: 3 professores, 3 turmas, 3 tarefas ativas e até 9 alunos por turma. Uma turma escolar maior do que isso precisa de plano pago ou do período de teste com que toda escola nova começa, sem limites de plano e sem cartão. O School Plus custa US$ 250 por ano, com 300 licenças; o School Pro, US$ 500 por ano, com 1.000 licenças. Para redes de ensino, o valor é sob orçamento, pedido na aba Configurações da conta da escola, com cobrança em dólar por fatura ou ordem de compra.

Um piloto de uma turma responde às perguntas que um contrato de rede não deveria deixar em aberto.

Pontos principais

  • 55% das escolas brasileiras não tinham computador de mesa para os alunos em 2024.
  • Só 3% das escolas tinham até 5 alunos por computador de mesa.
  • Com 10 máquinas e 30 alunos, três grupos de 15 minutos ocupam 45 minutos.
  • As contas dos alunos pedem 3 dados: nome, sobrenome e idioma de prática, sem e-mail.
  • O relatório da escola traz números por turma e sai em CSV em qualquer plano escolar.
  • O curso de português tem 533 lições no layout ABNT2.

Perguntas frequentes

Existe integração com sistemas de matrícula?

Não. O Meta Typing Club não se conecta ao Google Classroom, ao Clever, ao ClassLink nem ao sistema de matrícula ou ao diário eletrônico da rede. A escola adiciona alunos um a um ou por arquivo CSV; se os nomes das colunas na exportação do sistema que a escola já usa forem diferentes, o próprio importador pede para você indicar qual coluna é qual (só o nome é obrigatório). Para uma turma piloto, é um único arquivo; para a rede, defina quem atualiza o arquivo a cada semestre.

Os professores consomem licenças?

Não. Uma licença corresponde a um aluno ativo; professores, coordenação e direção nunca ocupam licença. O School Plus custa US$ 250 por ano e inclui 300 licenças; o School Pro custa US$ 500 por ano e inclui 1.000. Para uma rede com várias escolas, o caminho é pedir orçamento.

Posso testar antes de contratar?

Pode. Toda escola nova começa com um período de teste, sem limites de plano e sem cartão. Além disso, o plano School Free é gratuito com limites: 3 professores, 3 turmas, 3 tarefas ativas e até 9 alunos por turma. Em qualquer caso, a escola mantém a conta e os dados.

Onde ficam os dados dos alunos?

Os dados dos alunos são armazenados e tratados nos Estados Unidos, conforme o Acordo Escolar. Não pedimos e-mail nem data de nascimento dos alunos, e o site gera o nome de usuário e a senha. Os preços são em US$ por ano, cobrados em dólar. Peça à assessoria jurídica da secretaria que leia o Acordo Escolar à luz da LGPD antes do piloto e faça as mesmas perguntas a qualquer fornecedor, incluindo nós; este texto não é parecer jurídico.

Quem apaga a conta de um aluno?

Quem criou a conta. A escola apaga as contas que ela mesma criou, e professores ou responsáveis só apagam as contas que criaram. Um adulto pode apagar a própria conta em Configurações, confirmando com o nome de usuário. Defina no plano do piloto quem faz essa limpeza no fim do ano letivo.

Por onde começar?

Na escola, o programa de digitação funciona como uma cadeia curta: conta da escola, professor, turma, tarefa com prazo e relatório por turma. Antes de abrir a conta, conte os computadores, confirme o layout ABNT2 com a TI e escolha a turma piloto. Depois peça ao professor dessa turma que faça as primeiras lições de digitação em português do Meta Typing Club, para ver com os próprios olhos o que os alunos vão encontrar.

Lista do Keeko para a véspera do primeiro bloco: abra uma lição em cada computador do laboratório e aperte a tecla à direita do L. Se aparecer ç, o layout está certo. Se surgir uma dúvida no meio da aula, a Ajuda do Keeko responde com base nos artigos da central de ajuda.
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